Longas retas intercaladas por curvas lentas que exigem freadas fortes: o circuito Gilles Villeneuve em Montréal tem características muito diferentes da maioria das outras pistas do calendário, criando um desafio especial para os engenheiros da categoria.
A pista mais parecida é a de Melbourne, na Austrália, e a expectativa é de uma prova cheia de alternativas, igual à que abriu a temporada 2008.
SUSPENSÃO
Atacar as zebras é fundamental e o carro precisa ter uma boa resposta às mudanças de direções nestes pontos da pista, além de propiciar estabilidade nas freadas e permitir uma boa tração nas saídas de curvas.
AERODINÂMICA
Esta é a primeira pista do ano a exigir baixos níveis de pressão aerodinâmica. A ordem aqui é minimizar o arrasto causado pelas asas para ter a maior velocidade de reta possível. Mas é preciso obter isto sem comprometer a estabilidade do carro nas freadas.
PNEUS
Como em Mônaco, são pouco exigidos, tanto que são trazidos para cá os dois compostos mais moles (extra-macios e macios), para obter o máximo de tração possível na saída das muitas curvas de baixa velocidade.
FREIOS
É o componente do carro mais exigido nesta pista. Nem tanto pela possibilidade de superaquecimento, já que as longas retas garantem tempo suficiente para os discos esfriarem. Mas pelo desgaste causado por seis freadas muito fortes, quatro delas iniciadas a uma velocidade superior a 300 km/h. Os pilotos acabam ajustando a distribuição dos freios ao longo da prova de acordo com o desgaste deles e também com o volume de combustível carregado.
MOTOR
Sem nenhuma curva de alta, o que o circuito de Montreal exige das unidades é um bom torque. Apenas 60% da volta é feita com o pé embaixo, mas na reta do cassino os motores são exigidos ao máximo durante 14 segundos, o que pode acabar gerando problemas.
ESTRATÉGIA
O consumo de combustível não é alto aqui. E a presença do safety car em algum momento da prova é quase uma certeza. Assim, o GP do Canadá é o que permite uma maior flexibilidade de estratégias. A mais segura é a de duas paradas, mas quem quiser arriscar pode optar por apenas uma, para quem larga muito atrás, ou até mesmo de três paradas, para os que largam entre os oito primeiros.
A pista mais parecida é a de Melbourne, na Austrália, e a expectativa é de uma prova cheia de alternativas, igual à que abriu a temporada 2008.
SUSPENSÃO
Atacar as zebras é fundamental e o carro precisa ter uma boa resposta às mudanças de direções nestes pontos da pista, além de propiciar estabilidade nas freadas e permitir uma boa tração nas saídas de curvas.
AERODINÂMICA
Esta é a primeira pista do ano a exigir baixos níveis de pressão aerodinâmica. A ordem aqui é minimizar o arrasto causado pelas asas para ter a maior velocidade de reta possível. Mas é preciso obter isto sem comprometer a estabilidade do carro nas freadas.
PNEUS
Como em Mônaco, são pouco exigidos, tanto que são trazidos para cá os dois compostos mais moles (extra-macios e macios), para obter o máximo de tração possível na saída das muitas curvas de baixa velocidade.
FREIOS
É o componente do carro mais exigido nesta pista. Nem tanto pela possibilidade de superaquecimento, já que as longas retas garantem tempo suficiente para os discos esfriarem. Mas pelo desgaste causado por seis freadas muito fortes, quatro delas iniciadas a uma velocidade superior a 300 km/h. Os pilotos acabam ajustando a distribuição dos freios ao longo da prova de acordo com o desgaste deles e também com o volume de combustível carregado.
MOTOR
Sem nenhuma curva de alta, o que o circuito de Montreal exige das unidades é um bom torque. Apenas 60% da volta é feita com o pé embaixo, mas na reta do cassino os motores são exigidos ao máximo durante 14 segundos, o que pode acabar gerando problemas.
ESTRATÉGIA
O consumo de combustível não é alto aqui. E a presença do safety car em algum momento da prova é quase uma certeza. Assim, o GP do Canadá é o que permite uma maior flexibilidade de estratégias. A mais segura é a de duas paradas, mas quem quiser arriscar pode optar por apenas uma, para quem larga muito atrás, ou até mesmo de três paradas, para os que largam entre os oito primeiros.
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